quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Confira!

O que é a "liberdade no Espírito"?


Um dos argumentos mais usados para se justificar coisas estranhas que acontecem nos cultos evangélicos neopentecostais é a declaração de Paulo em 2Coríntios 3:17:

Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

O raciocínio vai mais ou menos assim: quando o Espírito de Deus está agindo num culto, Ele impele os adoradores a fazerem coisas que aos homens podem parecer estranhas, mas que são coisas do Espírito. Se há um mover do Espírito no culto, as pessoas têm liberdade para fazer o que sentirem vontade, já que estão sendo movidas por Ele, não importa quão estranhas estas coisas possam parecer. E não se deve questionar estas coisas, mesmo sendo diferentes e estranhas. Não há regras, não há limites, somente liberdade quando o Espírito se move no culto.

Assim, um culto onde as coisas ocorrem normalmente, onde as pessoas não saltam, não pulam, não dançam, não tremem e nem caem no chão, este é um culto frio, amarrado, sem vida. O argumento prossegue mais ou menos assim: o Espírito é soberano e livre, Ele se move como o vento, de forma misteriosa. Não devemos questionar o mover do Espírito, quando Ele nos impele a dançar, pular, saltar, cair, tremer, durante o culto. Tudo é válido se o Espírito está presente.

Bom, tem algumas coisas nestes argumentos com as quais concordo. De fato, o Espírito de Deus é soberano. Ele não costuma pedir nossa permissão para fazer as coisas que deseja fazer. Também é fato que Ele está presente quando o povo de Deus se reúne para servir a Deus em verdade. Concordo também que no passado, quando o Espírito de Deus agiu em determinadas situações, a princípio tudo parecia estranho. Por exemplo, quando Ele guiou Pedro a ir à casa do pagão Cornélio (Atos 10 e 11). Pedro deve ter estranhado bastante aquela visão do lençol, mas acabou obedecendo. Ao final, percebeu-se que a estranheza de Pedro se devia ao fato que ele não havia entendido as Escrituras, que os gentios também seriam aceitos na Igreja.

Mas, por outro lado, esse raciocínio tem vários pontos fracos, vulneráveis e indefensáveis. A começar pelo fato de que esta passagem, "onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade" (2Cor 3:17) não tem absolutamente nada a ver com o culto. Paulo disse estas palavras se referindo à leitura do Antigo Testamento. Os judeus não conseguiam enxergar a Cristo no Antigo Testamento quando o liam aos sábados nas sinagogas pois o véu de Moisés estava sobre o coração e a mente deles (veja versículos 14-15). Estavam cegos. Quando porém um deles se convertia ao Senhor Jesus, o véu era retirado. Ele agora podia ler o Antigo Testamento sem o véu, em plena liberdade, livre dos impedimentos legalistas. Seu coração e sua mente agora estavam livres para ver a Cristo onde antes nada percebiam. É desta liberdade que Paulo está falando. É o Senhor, que é o Espírito, que abre os olhos da mente e do coração para que possamos entender as Escrituras.

A passagem, portanto, não tem absolutamente nada a ver com liberdade para fazermos o que sentirmos vontade no culto a Deus, em nome de um mover do Espírito.

E este, aliás, é outro ponto fraco do argumento, pensar que liberdade do Espírito é ausência de normas, regras e princípios. Para alguns, quanto mais estranho, diferente e inusitado, mais espiritual! Mas, não creio que é isto que a Bíblia ensina. Ela nos diz que o fruto do Espírito é domínio próprio (Gálatas 5:22-23). Ela ensina que o Espírito nos dá bom senso, equilíbrio e sabedoria (Isaías 11:2), sim, pois Ele é o Espírito de moderação (2Tim 1:7).

Além do uso errado da passagem, o argumento também parte do pressuposto que o Espírito de Deus age de maneira independente da Palavra que Ele mesmo inspirou e trouxe à existência, que é a Bíblia. O que eu quero dizer é que o Espírito não contradiz o que Ele já nos revelou em sua Palavra. Nela encontramos os elementos e as diretrizes do culto que agrada a Deus.
Liberdade no Espírito não significa liberdade para inventarmos maneiras novas de cultuá-lo. Sem dúvida, temos espaço para contextualizar as circunstâncias do culto, mas não para inventar elementos. Seria uma contradição do Espírito levar seu povo a adorar a Deus de forma contrária à Palavra que Ele mesmo inspirou.

Um culto espiritual é aquele onde a Palavra é pregada com fidelidade, onde os cânticos refletem as verdades da Bíblia e são entoados de coração, onde as orações são feitas em nome de Jesus por aquelas coisas lícitas que a Bíblia nos ensina a pedir, onde a Ceia e o batismo são celebrados de maneira digna. Um culto espiritual combina fervor com entendimento, alegria com solenidade, sentimento com racionalidade. Não vejo qualquer conexão na Bíblia entre o mover do Espírito e piruetas, coreografia, danças, gestos. A verdadeira liberdade do Espírito é aquela liberdade da escravidão da lei, do pecado, da condenação e da culpa. Quem quiser pular de alegria por isto, pule. Mas não me chame de frio, formal, engessado pelo fato de que manifesto a minha alegria simplesmente fechando meus olhos e agradecendo silenciosamente a Deus por ter tido misericórdia deste pecador.

Via Blog: 
http://tempora-mores.blogspot.com.br/2013/08/o-que-e-liberdade-no-espirito.html

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Catecismo de Westminster.

Breve Catecismo de Westminster
36

Pergunta 76: Qual é o nono mandamento?

Resposta: O nono mandamento é: “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo”.1

Referências:

1 Ex 20.16.

Pergunta 77: O que o nono mandamento exige?

Resposta: O nono mandamento exige a conservação e promoção da verdade entre os homens1 e a manutenção da nossa boa reputação2 e a do nosso próximo,3 especialmente quando somos chamados para dar testemunho.4

Referências:

1 “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros” (Ef 4.25).

2 “fazendo-o, todavia, com mansidão e temor, com boa consciência, de modo que, naquilo em que falam contra vós outros, fiquem envergonhados os que difamam o vosso bom procedimento em Cristo” (1Pe 3.16); “Disse-lhe Paulo: Estou perante o tribunal de César, onde convém seja eu julgado; nenhum agravo pratiquei contra os judeus, como tu muito bem sabes” (At 25.10).

3 “Quanto a Demétrio, todos lhe dão testemunho, até a própria verdade, e nós também damos testemunho; e sabes que o nosso testemunho é verdadeiro” (3Jo 12).

4 “A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras” (Pv 14.5); “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt 5.37).

Pergunta 78: O que o nono mandamento proíbe?

Resposta: O nono mandamento proíbe tudo o que é prejudicial à verdade,1 ou injurioso, tanto à nossa reputação como à do nosso próximo.2

Referências:

1 “Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos” (Cl 3.9); “A falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa” (Pv 19.5); “Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos” (Pv 6.16-19).

2 “evitando, assim, que alguém nos acuse em face desta generosa dádiva administrada por nós; pois o que nos preocupa é procedermos honestamente, não só perante o Senhor, como também diante dos homens” (2Co 8.20,21); “o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho” (Sl 15.3).

Via Blog: Teologia e Vida.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Celebrando a Vida!

Hoje os parabéns vão para a irmãzinha Alice Daniele. Todos nós que fazemos a Igreja Congregacional, desejamos que o SENHOR continue te abençoando com saúde, graça, sabedoria, e muitos anos de vida e paz na presença d'Ele! Felicidades! =D

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Catecismo de Westminster.

Breve Catecismo de Westminster
35

Pergunta 73: Qual é o oitavo mandamento? 

Resposta: O oitavo mandamento é: “Não furtarás”.1 

Referências: 

1 Ex 20.15. 

Pergunta 74: O que o oitavo mandamento exige? 

Resposta: O oitavo mandamento exige que procuremos o lícito adiantamento das riquezas e do estado exterior, tanto o nosso1 como o do nosso próximo.2 

Referências: 

1 “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos” (Pv 27.23); “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro. O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o SENHOR. O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena. O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, e honra, e vida” (Pv 22.1-4). 

2 “Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Fp 2.4); “Se encontrares desgarrado o boi do teu inimigo ou o seu jumento, lho reconduzirás. Se vires prostrado debaixo da sua carga o jumento daquele que te aborrece, não o abandonarás, mas ajudá-lo-ás a erguê-lo. Não perverterás o julgamento do teu pobre na sua causa” (Ex 23.4-6). 

Pergunta 75: O que o oitavo mandamento proíbe?

Resposta: O oitavo mandamento proíbe tudo o que impede ou pode impedir, injustamente, o adiantamento da riqueza ou do bem-estar, tanto nosso1 como do nosso próximo.2 

Referências: 

1 “O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza” (Pv 28.19); “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm 5.8). 

2 “Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesouros acumulastes nos últimos dias. Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tg 5.1-4).

Pergunta 73: Qual é o oitavo mandamento? 

Resposta: O oitavo mandamento é: “Não furtarás”.1 

Referências: 

1 Ex 20.15. 

Pergunta 74: O que o oitavo mandamento exige? 

Resposta: O oitavo mandamento exige que procuremos o lícito adiantamento das riquezas e do estado exterior, tanto o nosso1 como o do nosso próximo.2 

Referências: 

1 “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas e cuida dos teus rebanhos” (Pv 27.23); “Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro. O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o SENHOR. O prudente vê o mal e esconde-se; mas os simples passam adiante e sofrem a pena. O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas, e honra, e vida” (Pv 22.1-4). 

2 “Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros” (Fp 2.4); “Se encontrares desgarrado o boi do teu inimigo ou o seu jumento, lho reconduzirás. Se vires prostrado debaixo da sua carga o jumento daquele que te aborrece, não o abandonarás, mas ajudá-lo-ás a erguê-lo. Não perverterás o julgamento do teu pobre na sua causa” (Ex 23.4-6). 

Pergunta 75: O que o oitavo mandamento proíbe?

Resposta: O oitavo mandamento proíbe tudo o que impede ou pode impedir, injustamente, o adiantamento da riqueza ou do bem-estar, tanto nosso1 como do nosso próximo.2 

Referências: 

1 “O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza” (Pv 28.19); “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente” (1Tm 5.8). 

2 “Atendei, agora, ricos, chorai lamentando, por causa das vossas desventuras, que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão corruptas, e as vossas roupagens, comidas de traça; o vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes. Tesouros acumulastes nos últimos dias. Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos” (Tg 5.1-4).

Via Blog: Teologia e Vida.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Catecismo de Westminster.

Breve Catecismo de Westminster
34

Pergunta 70: Qual é o sétimo mandamento?

Resposta: O sétimo mandamento é: “Não adulterarás”.1

Referências:

1 Ex 20.14

Pergunta 71: O que o sétimo mandamento exige?

Resposta: O sétimo mandamento exige a conservação da nossa própria castidade,1 e da do nosso próximo,2 no coração, nas palavras3 e nos costumes.4

Referências:

1 “que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra” (1Ts 4.4).

2 “E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as. Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha” (Ef 5.11,12).

3 “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem” (Ef 4.29).

4 “ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor” (1Pe 3.2).

Pergunta 72: O que o sétimo mandamento proíbe?

Resposta: O sétimo mandamento proíbe todos os pensamentos,1 palavras e ações impuros.2

Referências:

1 “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt 5.28).

2 “Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs ou chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças” (Ef 5.3,4).

Via Blog: Teologia e Vida.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Aniversário da Igreja Congregacional.

Na manhã de domingo de 01 de Setembro de 2013 dando continuidade a comemoração dos 14 anos de fundação da Igreja Congregacional em Apodi, o reverendo Eduardo George esteve batizando oito irmãos que mais uma vez declararam sua fé publicamente perante DEUS e os homens, batizando-se em Nome do PAI, do FILHO, e do ESPÍRITO SANTO. Foi um momento lindo onde DEUS se fez presente e todos foram ricamente abençoados. Desejo que o SENHOR continue abençoando a esses irmãos e que eles venham crescer a cada dia na GRAÇA e conhecimento do SENHOR! 


Pastor Eduardo George lendo a palavra.

Vencedores!
DEUS seja e esteja sempre com vocês.

Aprendendo um pouco mais sobre o significado e importância do batismo.
♫♫"Glória! Glória os anjos cantam lá, glória, glória as harpas tocam já! É o santo côro dando glória a DEUS, por mais um remido entrar no Céu..."♪

Da esq. para a direita: Diácono Pedro Alves, Ubira Jr., Raissa, Luciene, Débora, Diego, Bárbara, Pr. Eduardo George, Pr. Zé Maria, Aílson, Pr. Edmílson e Artur.

domingo, 1 de setembro de 2013

14° aniversário da Igreja Evangélica Congregacional em Apodi/RN

Foi na noite de ontem 31/08 de 2013, que estivemos comemorando o 14° aniversário da Congregacional em Apodi. Na oportunidade estiveram presentes o pastor Eduardo George da Congregacional de Sete Lagoas - MG trazendo a palavra, a cantora irmã Michele Samanta da Assembleia de Deus desta, a Ig. Congregacional de Mossoró, Felipe Guerra e também outras denominações co-irmãs desta cidade. Foi um momento de grande alegria mais uma vez poder cultuar a DEUS e estar em comunhão com o irmãos. Estamos todos muitos contentes! GRAÇAS A DEUS!

A irmã Jeane Mércia fez a leitura de um breve relato de minha autoria sobre esses quatorze anos de fundação. Confira:


Igreja Evangélica Congregacional em Apodi: Projeto no coração de Deus.


Em 04 de Junho de 1999, mais precisamente há quatorze anos, reverendo Aurivan Marinho juntamente com um pequeno grupo de pessoas direcionadas pelo Espírito Santo deram início à realização de um sonho lindo no coração de Deus. Inaugurava-se então, a Igreja Evangélica Congregacional na cidade de Apodi/RN. E diante de tantas recordações e lembranças, queremos trazer à memória a fidelidade do Senhor para com o seu povo e a sua Obra, e declarar: “Ebenézer! Até aqui nos ajudou o Senhor!” Com o nascimento da igreja, também nasceram de novo muitas vidas, dentre elas, a maioria permanecem até hoje firmes nas Promessas e no Caminho do Senhor.

Em um primeiro momento, tivemos o privilégio de sermos instruídos na Sã Doutrina pelo o servo bom e fiel, o reverendo: Marcone Borba, que esteve na liderança durante 12 anos. Em um segundo momento, esteve na oportunidade pastoral o igualmente servo do Altíssimo Deus, o reverendo: Joziran Vieira dando continuidade ao genuíno e Cristocêntrico ensino das Sagradas Escrituras. Atualmente louvamos a Deus pelas vidas dos pastores Zé Maria e Edmílson Gomes. Foram muitas as experiências, algumas demasiadamente agradáveis outras nem tanto assim... Mas em todas elas podemos testemunhar que somos muito mais que vencedores em Cristo Jesus que nos ama! Tivemos ocasiões de grande alegria ao presenciarmos pessoas sendo salvas por Jesus, confessando com a própria boca ao Senhor, e crendo com o coração que Deus O ressuscitou dentre os mortos, e assim entregando suas vidas a Ele. Vivemos também circunstâncias difíceis onde choramos copiosamente quando soberanamente aprouve ao Senhor colher a filha amada... Entre tempestades e bonanças, aprendemos e entendemos que todo tempo é tempo de louvarmos, adorarmos e bendizermos Àquele que nos dá forças para continuar. E temos prosseguido! Rumo ao nosso mais sublime alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus!

Hoje queremos de uma forma toda especial manifestar a nossa profunda gratidão ao Deus Grande! Soberano! Poderoso! Maravilhoso! Único digno de Honra e de Glória! Tanto pelo o muito que Ele tem feito como principalmente pela fé que o Senhor tem renovado em nossos corações no decorrer dos dias, e no passar dos anos, na inconfundível Esperança: Jesus!

E nessa aliança que temos com Deus, sob o entendimento de que assim como fomos alcançados pela pregação da Palavra, queremos reafirmar o nosso compromisso com o IDE de Jesus e disponibilizar as nossas vidas, no mover do Espírito Santo, na propagação do Evangelho a toda criatura.

Obrigado Senhor, por nos abençoar de tal maneira! A ponto de não sabermos contar, uma a uma, todas as muitas bênçãos! Aleluia!
                                                                                                                                                                            Por Grazianne C. Tôrres.